Os Pneus Michelin ficaram com as melhores notas nos testes de frenagem, aderência e impacto.

Este artigo visa a melhor compreensão dos pneus chamados de “segunda Linha” produzidos pelos grandes fabricantes de Pneus Mundiais, porque foram criados? Qual seus objetivos?

Como esse posicionamento funciona

É guerra? Não, Graças a Deus não é guerra, é estratégia mesmo!

Marcas como Bridgestone, Michelin, Continental, Goodyear e Pirelli, são o “supra-sumo” dos consumidores de pneus no brasil, suas marcas estão marcadas em nossas mentes como a Dior, Chanel ou Corolina Herrera, são grifes, status, conforto, em resumo, são os “Top of minds” (forma hipotética).

Mas lembre-se, cada marca “tem um carro chefe” único, obviamente pelos custos de publicidade (que giram em torno de Bilhões de dólares anuais), é muito mais fácil pensar na Pirelli como a fornecedora oficial de pneus para Fórmula 1, a Goodyear a Nascar Americana, a Bridgestone por exemplo a NFL, NHL e a Copa Libertadores da América, a Continental a Copa do brasil, a Michelin Fórmula E (100% elétricos), e com certeza existe ainda centenas de patrocínios aqui não mencionados.

Em resumo, por estratégia, é melhor alavancar um grande guarda-chuva (uma marca) do que várias sombrinhas (várias marcas) não é mesmo?

Confira as linhas das grandes marcas

segunda linha da pirelli
segunda linha das marcas

Mas, com o passar do tempo, o avanço da tecnologia, a logística cada vez mais “just in time”, e a incansável busca pela qualidade máxima, incentivaram outras empresas a também começarem a fabricar os seus próprios pneus e consequentemente lançarem suas marcas. Aqui enfatizamos os Tigres Asiáticos como os grandes desafiadores.

Ali nascia o desafio para as grandes marcas, antes reinando sozinhas neste mercado global, pois a concorrência nascia low cost, baixíssimo custo de marketing e publicidade, utilizava a mensagem de pneus de qualidade a custos bem mais acessíveis ao consumidor. No princípio, por um entendimento errado das grandes marcas, em que produtos made in china não teriam sucesso pela falta de credibilidade da origem, até certo ponto desprezaram a iniciativa.

Mas o mundo está eternamente em transformação:

Anos após anos, o Market Share destas grandes marcas começava a cair, e algo precisava ser feito para travar esta ascendência dos famosos pneus importados.

Nascem a segunda linha, ou pneus mais econômicos.

A Bridgestone rapidamente muda sua estratégia e compra a Firestone e a Seiberling, a Pirelli cria a linha Fórmula, a Continental incorpora a Euzkadi e a Barum, a Goodyear cria a linha Kelly e Direction e a Michelin incorpora a marca Uniroyal e adquire a BFGoodrich, a reação enfim aparece.

Em resumo, as grandes marcas tentaram se manter em duas frentes, a 1ª manter entre elas a “guerra” dos pneus junto as montadoras de veículos, que, até pouco tempo atrás não adquiriam pneus de segunda linha e nem pneus importados, e a 2ª criar uma linha mais econômica para combater os pneus importados nas linhas mais econômicas, principalmente nos Aro 13 e Aro 14 (grande fatia do mercado pois se tratam de medidas dos carros mais econômicos e populares).

Os fabricantes de pneus importados reagem e “mexem no vespeiro”.

O tabuleiro de xadrez está pronto, aparentemente entre peões, cavalos e bispos, se igualam, mas, lembram-se que esta luta começou com as medidas mais populares? O Marked Share começa a mudar novamente, pois obviamente entre um pneu de segunda linha de uma marca mundialmente famosa, e um pneu importado com um nome, muitas das vezes até difícil de falar, a balança começa a pender para as marcas famosas.

O resumo neste momento seria o seguinte, 1 a 1 nesta competição, mas a  paz volta a reinar?

NEGATIVO, a situação piora e muito!!! Falamos até agora de pneus aro 13 e 14 certo? Carros populares, Pneus baratos, aonde as margens de lucro praticamente estão zeradas (por parte dos principais fabricantes mundiais com custos mais elevados) os fabricantes de importados e com custos maiores, conseguem sobreviver com mais facilidade.

Os fabricantes de pneus importados voltam então suas “baterias” para carros com medidas de Aros 15 até 22, o Grande Filé do mercado, veículos mais caros utilizam estas medidas com margens mais lucrativas pelos clientes de alto valor aquisitivo, e uma nova preocupação aparece, o mercado Americano e Europeu começam a absorver parte destes pneus, sem falar do mercado Chinês em franca expansão, e com maior simpatia por marcas “não internacionais”

Começam as grandes fusões....

E o tabuleiro continua a se movimentar...

Aguardem as cenas dos próximos capítulos....

Acompanhem as matérias do nosso blog Leblon Pneus...

Leblon Pneus RJ

Somos uma Revendedora Multimarcas de Pneus, oferecemos também os serviços de borracheiro completo, balanceamento de rodas, alinhamento 3D, suspensão, direção, freio, rodas, injeção eletrônica, manutenção e higienização de ar condicionado, câmbio automático, motor, elétrica, bateria, refrigeração, palheta limpador de para-brisa e troca de óleo.

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